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Imóveis em Portugal

5 cidades promissoras para investir em imóveis em Portugal em 2025 

Portugal segue no radar dos investidores imobiliários internacionais, e não é por acaso. O país combina estabilidade política, segurança jurídica, qualidade de vida e um mercado com alta demanda e valorização consistente. Em 2025, esse cenário se fortalece ainda mais com projeções positivas para a economia, a escassez de oferta habitacional e mudanças no perfil […]

Portugal segue no radar dos investidores imobiliários internacionais, e não é por acaso. O país combina estabilidade política, segurança jurídica, qualidade de vida e um mercado com alta demanda e valorização consistente.

Em 2025, esse cenário se fortalece ainda mais com projeções positivas para a economia, a escassez de oferta habitacional e mudanças no perfil de consumo que favorecem o arrendamento e os imóveis multifuncionais.

“Portugal continua a destacar-se como um dos mercados imobiliários mais atrativos da Europa, oferecendo qualidade de vida e uma ampla oferta de imóveis tanto para habitação como para investimento.” — afirma Tiago Prandi, especialista da Conexão Europa Imóveis.

Além disso, o país tem oferecido uma estabilidade política e econômica relativamente robusta, criando um ambiente seguro para investimentos de longo prazo.

Mas afinal, onde estão as melhores oportunidades este ano? Com base em dados de mercado, comportamento do consumidor e insights do nosso especialista convidado, listamos cinco cidades (e regiões) promissoras para quem deseja investir em Portugal com estratégia, segurança e potencial de retorno.

Por que investir em imóveis em Portugal em 2025?

A economia portuguesa segue crescendo a um ritmo superior à média da União Europeia. Estimativas da Comissão Europeia indicam um crescimento de 1,8% em 2025, sustentado pelo turismo e consumo interno.

Além disso, investidores estrangeiros representam cerca de 85% do aporte no segmento imobiliário nacional. O antigo Golden Visa pode não ser mais elegível para residências, mas abriu caminho para um mercado robusto de arrendamento, especialmente para curtos e médios prazos, num cenário onde a demanda e valorização seguem crescendo.

As 5 cidades (e regiões) mais promissoras em 2025

1. Lisboa: capital da rentabilidade e da versatilidade

Lisboa segue sendo o epicentro do mercado imobiliário português. Em 2025, os preços de venda subiram 5,9% apenas no primeiro trimestre, segundo o Confidencial Imobiliário — maior alta trimestral dos últimos oito anos. A cidade lidera em liquidez, valorização e diversidade de público.

Com o turismo em alta, a demanda por aluguel de curta duração segue crescendo. “Apartamentos listados no Airbnb ou Booking têm tido rentabilidades entre 7% e 9% ao ano, com alta taxa de ocupação e a vantagem de uso pessoal pelo investidor”, explica Tiago Prandi.

A capital também atrai nômades digitais de todo o mundo, pela localização estratégica, clima ameno e segurança. “Portugal está no centro do mundo e do fuso horário, o que torna o país ideal para nômades digitais que trabalham remotamente”, explica Prandi. O retorno do investimento em apartamentos para esse público está em torno dos 5% aos 7% ao ano.

Lisboa oferece clima agradável, segurança e infraestrutura moderna com custo menor que outras capitais europeias, o que atrai expatriados e aposentados de países como França, Alemanha, Reino Unido e principalmente do Brasil.

Além disso, com o aumento da população urbana e a escassez de imóveis novos, a demanda por habitação segue elevada — especialmente entre estudantes e idosos. O retorno do investimento nesses apartamentos, com estadias mínimas de 1 ano, está em torno dos 3% aos 5% ao ano.

Na visão de Prandi, “a procura é maior que a oferta, e isso deve durar no mínimo mais dez anos, mesmo com o Plano Mais Habitação acelerando os prazos de construção”.

Para ilustrar esse cenário, a Conexão Europa Imóveis compartilha alguns exemplos reais:

Chiado: comprado por 170.000 € há 15 anos, hoje vale 1.000.000 €;

Príncipe Real: comprado por 300.000 € há 5 anos, hoje vale 450.000 €;

Campo de Ourique: comprado por 300.000 € há 4 anos, hoje vale 400.000 €;

Parque das Nações: comprado por 550.000 € há 2 anos, hoje vale 650.000 €;

Av. Liberdade (rua paralela): comprado por 640.000 € há 2 anos, hoje vale 800.000 €.

Bairros como Campo de Ourique, Alcântara, Marvila e Príncipe Real reúnem excelentes oportunidades para quem busca diversificar portfólio ou valorizar no médio prazo.

Leia também: Conheça Portugal, o país destino de muitos investidores

Oeiras: inovação, qualidade de vida e crescimento sustentado

Localizada entre Lisboa e Cascais, Oeiras se consolidou como um polo tecnológico e residencial de alto padrão. A cidade atrai empresas de base científica, startups, centros de investigação e profissionais qualificados — o que tem impulsionado a procura por habitação e a valorização dos imóveis.

“Nos últimos anos, a cidade tem investido em infraestrutura, espaços verdes e reabilitação urbana, o que aumentou a atratividade residencial da região e gerou crescimento sustentado da população”, reforça Prandi.

Um exemplo disso é um imóvel vendido pela Conexão Europa Imóveis: comprado por 200.000 € em 2022, hoje está avaliado em cerca de 250.000 €.

Com espaços verdes, boas escolas, infraestrutura moderna e conectividade com a capital, Oeiras é cada vez mais desejada por quem quer morar ou investir fora do centro urbano.

2. Porto e Vila Nova de Gaia: tradição com dinamismo

A segunda maior região metropolitana do país continua entre as favoritas de investidores nacionais e estrangeiros. Porto combina história, turismo, vida acadêmica e polos tecnológicos; Gaia, localizada na margem oposta do Rio Douro, oferece um mercado pujante e menos saturado, ideal para moradia e arrendamento.

“O Porto e Gaia oferecem retorno estável, com boa procura por parte de estudantes, famílias e profissionais estrangeiros. Além disso, o valor de entrada é geralmente menor do que em Lisboa, o que atrai quem busca retorno com menor risco”, destaca Tiago.

3. Braga: juventude, tecnologia e custo-benefício

Braga é uma das cidades que mais crescem no norte de Portugal. Com forte presença universitária, projetos de urbanização e um ecossistema de startups em expansão, a cidade oferece bom custo-benefício e alto potencial de retorno.

O crescimento da população jovem, somado à qualidade de vida e à acessibilidade, torna Braga um ponto estratégico para arrendamentos de curta e média duração. Imóveis destinados a co-living ou residências estudantis são apostas seguras para diversificação.

4. Interior: Évora, Viseu e o retorno com tranquilidade

As cidades do interior de Portugal têm ganhado destaque pelo custo de entrada reduzido e qualidade de vida elevada. Évora, com seu centro histórico e projetos de reabilitação, e Viseu, constantemente listada entre as melhores cidades para viver no país, são bons exemplos.

No interior há muitos brasileiros aposentados ou teletrabalhadores optando por imóveis maiores, mais baratos e com boa estrutura. É uma escolha que equilibra tranquilidade e rentabilidade.

Para quem busca renda passiva com contratos de longo prazo ou uma segunda residência, o interior oferece excelente relação entre custo e retorno.

5. Algarve: rentabilidade sazonal com qualidade de vida

O Algarve é a região turística mais conhecida de Portugal, e segue valorizado. Albufeira, Tavira e Lagos estão entre os destinos mais rentáveis do ponto de vista de arrendamento de curta duração.

No Algarve, imóveis destinados a aluguel de temporada podem oferecer boa rentabilidade, especialmente durante o verão europeu, e ainda permitem o uso pessoal em períodos de férias. Trata-se de um investimento com apelo financeiro e emocional para muitos compradores estrangeiros.

A infraestrutura moderna, o clima mediterrânico e a procura constante de turistas europeus tornam o Algarve uma aposta consolidada.

Leia também: Como comprar casa em Portugal

ConexãoEuropaImóveis_2

Comparativo geral entre cidades

CidadeValorização imobiliáriaRetorno com aluguelTipo de públicoImóvel ideal
Lisboa5,9% tri‑2025 (confidencialimobiliario.com)Alta (curta e média duração)Gringos, nômades digitaisMalha histórica e CoLiving
Porto/GaiaCrescimento sólidoMédia (estudantes/famílias)Estudantes, famíliasApartamentos centrais
BragaMédia-alta, crescimento urbanoMédia-altaStartups, estudantesCo-living / residencial
Évora/ViseuAlta comparativaMédiaReformados / teletrabalhadoresMoradias reabilitadas
AlgarveEstável e valorizadoAlta sazonalTuristas europeusTurismo / segundas casas

Conclusão: escolha com inteligência e propósito

Não existe investimento imobiliário perfeito, mas sim o que mais combina com seus objetivos e estilo de vida. Para liquidez e valorização rápida, Lisboa e Porto. Para custo mais acessível com estabilidade: Braga e o interior. Para retorno alto com apelo pessoal: Algarve.

“Procure uma empresa que ofereça um serviço completo, com total transparência, e que permita que os pagamentos dos hóspedes ou inquilinos sejam feitos diretamente na sua conta bancária. Isso evita surpresas indesejadas e aumenta as chances de obter os melhores resultados com o seu investimento”, recomenda Prandi.

Com conhecimento, acompanhamento especializado e estratégia, investir em Portugal pode ser uma experiência segura e muito lucrativa.

FAQ (perguntas frequentes)

Vale a pena comprar imóvel em Portugal para alugar?
Sim. Com demanda crescente por arrendamentos e turismo ativo, o retorno pode variar entre 3% e 9% ao ano, dependendo da localização e do perfil do imóvel.

Qual é a cidade mais barata para comprar casa em Portugal?
Cidades do interior, como Viseu, Évora e Portalegre, têm preços por metro quadrado abaixo da média nacional e boas perspectivas de valorização.

Lisboa ou interior: qual é melhor para investir?
Lisboa oferece liquidez e valorização acelerada. O interior proporciona menor custo de entrada e retorno estável a longo prazo.

Quais cidades têm melhor retorno com aluguel?
Lisboa e Algarve (curta duração/turismo), Braga e Gaia (média e longa duração).

Como está o retorno dos aluguéis em Lisboa em 2025?
Imóveis para nômades digitais e turistas rendem entre 5% e 9% ao ano, com alta ocupação e valorização consistente.

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